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Conheça a tricoscopia: o exame indispensável da queda de cabelo

De repente, você nota uma queda de cabelo fora do comum ao se pentear ou durante o banho, quando fica um chumaço de fios na escova ou no ralo do chuveiro. Quem, nesta hora, não pensa: será que estou ficando careca?

Vários fatores podem estar por trás da queda de cabelo (tanto genéticos, quanto situações de estresse intenso e até outras doenças) e esse não é um diagnóstico simples. A primeira coisa a fazer é marcar uma consulta com um dermatologista, que é o médico especializado em pele, cabelos e unhas.

Exame de tricoscopia do couro cabeludo

Tricoscopia possibilita um zoom nas estruturas do cabelo

A tricoscopia nada mais é que o exame do cabelo por meio de um dermatoscópio. Trata-se de uma lupa que permite ampliar a imagem de 10 a 200 vezes, dependendo do aparelho utilizado (portátil, acoplado ao smartphone ou videodermatoscópio). “Por meio da tricoscopia conseguimos visualizar detalhadamente as estruturas do fio de cabelo e do couro cabeludo, as que já enxergamos a olho nu e também as estruturas um pouco mais profundas do couro cabeludo”, explica a dermatologista Aline Donati, da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

O dermatologista recorre à tricoscopia como um segundo passo, depois de realizar um exame físico e uma investigação do histórico do paciente. Segundo a Drª Aline Donati, a tricoscopia é um procedimento bastante simples e útil para os casos de falha localizada, descamação do couro cabeludo, doenças do próprio fio e de queda de cabelo em geral. Pode ser necessário, ainda, realizar análises laboratoriais complementares e até biópsia do couro cabeludo para se identificar a causa do problema. Ao longo do tratamento da calvície, a tricoscopia também é muito importante para avaliar a evolução, de seis em seis meses, por exemplo. “Monitoramos fia a fio o que está acontecendo”, diz a Drª Aline Donati.

Como é realizada a tricoscopia

Este é um exame muito prático, sendo realizado no próprio consultório. Não dói ou causa qualquer desconforto ao paciente e também não requer preparo prévio. O dermatologista, simplesmente, encosta o aparelho na região do couro cabeludo que pretende examinar ou diretamente no fio. “Podemos molhar o couro cabeludo, pois isso ajuda na visualização da região”, conta a Drª Aline. O curioso é que cabelo branco dificulta a análise dos fios, por isso, nesses casos, é indicado pintar o cabelo. “Normalmente, as pessoas acham que não podem tingir o cabelo, mas é o contrário, isso nos ajuda a analisar melhor as estruturas do fio”, revela a médica.

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A Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional São Paulo é uma entidade sem fins lucrativos fundada em 1970 para fomentar a pesquisa, o ensino e o aprimoramento científico da dermatologia como especialidade médica. Reúne, atualmente, mais de 2500 associados.

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